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Ou: Top 6 Coisas Que Você Sabe Que Não São Boas Para Você, Mas Você Gosta.
(eram pra ser 10 ou 5, pra ficar mais bonito, mas desisti).

Outro dia, eu estava conversando com a Isa, do http://www.leroleroblabla.blogspot.com/. Eu insistia que ela ia fazer uma certa besteira, e que estava tomando uma atitude que não ia ser boa para ela no final das contas - mas ela é humana, e, adivinhem: como TODA humana, ela não estava nem um pouquinho a fim de abrir mão dessa atitude.
Mas por que não? Digo, nós já sabemos que ia ser uma bobagem e que ela ia sofrer no final. Mas ela não queria abrir mão. Confesse que você mesmo já passou por essa situação de, bom, otimismo (para não dizer pior). Do tipo: "ah, eu sei que agora parece a maior idiotice, mas e se no final der tudo certo? E se eu conseguir o que eu quero ou não conseguir mas sofrer pouco?". E você fica pensando horas a fio em todas as possibilidades, com a esperança que no final dê tudo certo, sabe?
E isso acontece mesmo quando não dá tão certo assim, e você sabe que é superdifícil de acontecer.
Bom, apesar de que eu possa ter dado a entender, eu não sou a mais controlada das garotas. Eu realmente FICO pensando horas a fio nas possibilidades. E, não, eu não sei o que fazer para consertar esse defeito.
Mas a Isa me deu a superideia (agora sem acento ¬¬) de fazer o...

 Top 6 Coisas Que Você Sabe Que Não São Boas Para Você, Mas Você Gosta

6.  Comer demais
          

Bom, muita gente sabe do que eu estou falando: você se estressa, fica chateada com alguma coisa, e pronto. Você cai de boca na comida! Uma alta dose de glicose parece ser exatamente o que você precisa naquela hora.
Mas é claro que você não pensa no que pode acontecer depois: calorias. Tecido adiposo. E hooooooras de esporte para compensar.
Mas você pára com isso? Ah, Deus, claro que NÃO.
Então, bom, sempre acaba em pizza.
Literalmente.

5. Canalhas
    
Claro que você sabe que ele não quer compromisso (qualquer uma sabe disso só de olhar, até). E, se você não estiver tão cega de amores, você sabe que ele não é seu príncipe encantado chegando num cavalo branco. Mas aí vocês dois se vêem à sós, você se lembra de como é a pegada dele, coisa e tal... E, pronto. Lá está você, viciada nele.
Como se você estivesse PENSANDO nos defeitos dele. Fala sério, vocês estão dando uns amassos um tanto caprichados. Nem dá pra lembrar dessas coisas.

(Esse tópico se encaixa para ex-peguetes/namorados!)

4. Fugir dos problemas
     
Confesso que não são todas as pessoas que fazem isso. Existe a parcela que enfrenta tudo de frente, doa a quem doer, coisa e tal. Mas sempre tem alguém que dá uma ligadinha para aquele amigo relaxante que a faz dar umas risadas, ou aquela que foge para o outro lado da cidade, ou aquela que finge quem nada aconteceu, a outra lá que faz uma viagem de duas semanas.
Bom, claro que primeiro você pode relaxar com tudo isso. Mas depois se jogue e resolva as coisas.
Porque quando mais você evita um problema, mais cedo ele volta e maior ele fica.

3. Falar com quem não deve
   
Você sabe que essa pessoa vai acabar te ferrando. Que ela vai te aconselhar mal, ou que vai te deixar mal-acostumada. Você sabe que não dá pra continuar falando com ela - você tem noção de que vai se ferrar no final.
Mas não dá mais para evitar. Falar com a tal criatura já é... bom demais. E você fica lá, feito uma idiota, falando dos seus problemas para quem os causa.
Então você só continua falando e esperando as consequências.

2. Ouvir músicas tristes quando acontecem desastres

Bom, isso piora sua tristeza E você ainda fica com vontade de processar o compositor por um plágio da sua vida.
Patético.

1. Amar



Sempre dá alguma coisa errado, você sempre tem algum problema. No fim de um namoro, um sempre fica ótimo e outro sempre fica péssimo. E o que fica péssimo fica com uma sensação horrível por um longo tempo.
Mas acho que sei porque não abrimos mão desse vício: porque nos faz crescer. Porque é bom. Porque estar apaixonado e começar a amar depois é uma delícia. E, como disse o Antonio Prata em uma das suas antigas colunas na Capricho, "a única tragédia afetiva é não amar. O resto, a gente resolve".

Mesmo que de uma forma não inicialmente boa. Sim, inicialmente - porque dói, mas passa. No final sempre passa.


biiah :)

P.S: Primeiro post ilustrado! Créditos: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14486177178160069031
P.P.S: Ficou tããão legal, não ficou? *--------------*
P.P.P.S: Imaginem 6 como sendo o número da besta, para justificar todos os nossos vícios pecadores. Tá, não colou.



Rabiscado por biiah às 23h31
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La Pucelle d'Orléans


Dizem que ela ouvia vozes santas desde nova, e que conseguiu reconhecer o rei Carlos VI vestido de um nobre qualquer no meio de um salão lotado de muitos outros vestidos do mesmo jeito - idênticos, todos eles. Ajudou a França a recuperar a cidade de Orléans, o que era incomum, já que guerra era uma coisa para nobres e homens. Ela era uma mulher camponesa, completamente humilde. E foi queimada viva apenas aos 19 anos. Só foi considerada padroeira da França quase que 500 anos após a sua morte. Falo, obviamente, de Joana d'Arc - minha heroína (histórica ou não) preferida.


Pauta para o site da Capricho - Obama? Robert Pattinson? O Papa Bento? Bart Simpson? Quem é seu heroi? E por quê? Eles existem? Claro, essa é mais uma pauta para viajar geraaaal! Mas só usem nomes conhecidos, ok? Nada de "minha mãe", "minha melhor amiga" e afins!



Rabiscado por biiah às 00h09
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Da minha janela

            Eu sempre percebia aquela garota parada na janela, com as luzes da sua sala acesas, simplesmente observando os carros daquela longa rua passando.
            Ela fazia isso, se não todas as noites, pelo menos duas vezes por semana. Eu achava que já virara um hábito dela – chegar em casa, acender as luzes para poder ver com mais clareza e observar pela janela.

            Uma noite, percebi que ela acenara para um carro preto que passou. Ou pelo menos demorei um pouco a perceber (confesso que achava que o aceno era para mim. Entretanto, sei que isso é puro narcisismo e me envergonho do pensamento); me toquei também de que as luzes acesas não eram para ela ver melhor, e sim para ser vista.
            E comecei a reparar que aquele mesmo carro preto passava pela rua três vezes na semana. E, nessas três vezes da semana, a menina estava sempre lá, acenando para o constante jovem dentro do carro preto. Mas ele não acenava de volta.
            Então ela parou de aparecer na janela.
            Foi quando me toquei que a menina cansara de sempre aparecer na janela, tomando seu tempo por pura e espontânea vontade, sem ser retribuída. E então ela parou de abrir suas janelas para ele e foi viver sua vida dentro da própria casa.

         O que foi muito esperto da parte dela, se quer saber minha opinião.



Rabiscado por biiah às 22h09
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