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Slam




Eu terminei o livro acima há algumas horas, e ele é simplesmente excelente! Fiquei pensando muito antes, durante e depois da leitura.
Bom, resumindo: conta a história do Sam, um garoto de 15 (durante o livro, ele faz 16) anos. Ele adora skate e tem como ídolo Tony Hawk, que é basicamente o mestre dos skatistas. Logo no início do livro, Sam conhece uma garota, Alicia. Também no início, ele percebe que não quer só a amizade dela, e sim mais do que isso. Eles engatam em um namoro - o primeiro namoro sério de Sam - e vão se grudando e se conhecendo. Sam conhece também o sexo, mas ele não imagina que vai engravidar sua namorada e que isso vai dar uma reviravolta completa na sua vida! E o engraçado é que a mãe de Sam é, também, somente 16 anos mais velha do que ele.
Aliás, o que você faria da sua vida se engravidasse "antes do planejado" (ou o que você faria se engravidasse sua namorada)?
Pensei muito sobre isso depois de ler.
Super recomendado! Bom, também estou lendo Dom Casmurro (não, não é para a escola) e A Mediadora (é uma série da Meg Cabot. Já li quase tudo dela, e ela tem um ótimo humor!). Todos ótimos. Mas esse mexeu excepcionalmente comigo, por causa da história: pode acontecer comigo, com você e com todo mundo.

(Y)



Rabiscado por ~ biiah às 11h05
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 Eu estava voltando da rua. Passeei um pouco com a Lusana e tudo mais, e cheguei em casa. Era mais ou menos 10h30 da noite e minha mãe tinha saído com meu padrasto, um amigo dele e uma antiga conhecida dela. Fiquei no meu quarto e assistindo televisão por um tempo. Então comecei a andar vagamente pela casa (pausa: eu tenho esse hábito MUITO peculiar. Penso na vida andando pela minha casa. É, eu sei: é bizarro). Até que fui até a cozinha beber água.
 Quando saí de lá, vi a sombra de alguém. Bom. Esse alguém batia no meu ombro e, como a babá que estava lá no dia era dessa altura, não me abalei. Mas então percebi que não era a Nazaré (a babá): era uma criança. Eu nunca tinha visto o rosto da criança na minha vida! Me desesperei. Influenciada pela série da Meg Cabot, A Mediadora, e pelo filme O Sexto Sentido, a primeiríssima coisa que passou pela minha cabeça foi "eu vejo gente morta!". Juro. Se eu já tive certeza de alguma coisa na vida, era que, naquele momento, eu descobriria que via gente morta. Patético, até porque seria uma certeza errada ¬¬.
 Saí correndo pro quarto da minha mãe, onde a "verdadeira" Nazaré estaria *esperta*. Então a sombra se aproximou de mim e disse:

 - Eu sou visita, hein!
 Foi então que eu percebi que era um garotinho de mais ou menos uns oito anos. Inofensivo. Jesus, meus sustos me deixam patética.
 - AVE MARIA! VOCÊ QUER ME MATAR DO CORAÇÃO, CRIANÇA!?
 Eu disse, ainda pateticamente assustada com ele.
 - Não, não! - ele disse, muito sem graça. Mas não mais do que eu, podem apostar.
 - Aveeeeeeeeee... Que susto! Aff. Vamos começar de novo: Oi, eu sou a Bia. Quem é você?
 - Oi, Bia. Eu sou o Pedro, prazer. Minha mãe saiu junto com a sua.
 Foi então que percebi: ele era filho da amiga da minha mãe. E tinha ficado com meu irmão e a babá porque não tinha ninguém pra cuidar dele. 
 E descobri mais duas coisas: a primeira é que ele só foi atrás de mim porque a Nazaré havia pedido pra ele ver quem era que estava fazendo barulho.
 E a segunda é que ver gente viva é normal.



Rabiscado por ~ biiah às 10h51
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 Solteirões convictos? Marido e mulher? Casal em uma amizade colorida? O fim da frase depende do jeito de cada garota
 Não sonho em me casar desde criança. Mas também não me imagino casando e tendo filhos. Nem como uma ricaça viajando pelo mundo aos 40. E, de jeito nenhum, não me imagino como dona de casa!
 Na verdade, acho que deixou de ser O objetivo de toda menina casar e ter filhos e viver numa família feliz. Claro, pode ser alguma coisa que várias de nós queiram. Mas não deixam de existir aquelas meninas que não querem ter filhos ("Você prefere acordar de noite pra fazer mamadeira ou viajar pelo mundo?", já ouvi isso - até meio chocada). Ou até aquelas que acham o casamento uma coisa dinâmica, mas sem filhos!
 Eu até quero (o que não significa que eu me imagine) me casar, sim. Eu vejo o casamento como algo dinâmico. E vejo ter filhos como uma coisa mais dinâmica ainda! Mas tudo há seu tempo: tenho muito medo de engravidar aos 16 anos (aliás, li um livro ótimo sobre isso e vou postar sobre ele. Li as quase 300 páginas dois dias). Também tenho muito medo de não conseguir engravidar. Ou de engravidar só aos quarenta e meu filho nascer com alguma deficiência (SEM PRECONCEITOS, mas isso torna a vida de uma mãe mais difícil em vários aspectos). O que eu queria mesmo era: me casar aos 30, ter filhos aos 30-e-poucos e conseguir viajar muito antes e depois sempre que possível - estou desconsiderando o "detalhe" que teria que ser muitíssimo bem-sucedida para consegui-lo. Mas o texto é sobre casamento, não profissão. E aposto que muitas, muitas meninas pensam desse jeito.
Mas, assim como existem as românticas-que-desejam-flores, aposte: as românticas-que-sonham-com-o-casamento-desde-os-nove-anos ainda existem. E nada contra!

Pauta (atrasada) para o site Tudo de Blog, xD


Rabiscado por ~ biiah às 10h30
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Vagas para negros em universidades?



 Me desculpem, mas eu sou contra. Primeiramente, porque é como se os negros não tivessem capacidade ou - pior! - inteligência para passar por conta própria. Segundo: isso contradiz a Constituição, naquela mesma lei que diz que todos são iguais. Certo, tenho certeza que vai vir gente me dizer: "Ah, mas a maioria das pessoas negras no Brasil são pobres". Sim, e é um fato. E isso significa que o fato não garante que eles tenham um ensino em uma boa escola particular, não é? Mas temos que perceber que isso não acontece só com negros. A maioria dos brancos não são pobres, mas não são todos. Se fôssemos abrir vagas, não deveria ser pela cor da pele ou por qualquer coisa do gênero: deveria ser pela qualidade de ensino que tiveram. Se o país está tão preocupado assim com o ensino de cada um (aham, com certeza ¬¬), as universidades deveriam passar a se dividir de acordo com a qualidade de ensino de cada pessoa, e não pela sua cor. Afinal "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza".



Pauta para o Tudo de Blog :)


Desculpem o sumiço! Mas pra compensar, tenho mais três posts pra fazer ;)
Criatividade a mil, haha! :P

beeeeeeeijos :*



Rabiscado por ~ biiah às 10h08
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