Escritora mirim freqüentemente em crise apreciadora de açúcar.
Voooltei (:
Eu deveria ser uma pessoa normal e falar sobre como foi meu reveillón, mas eu simplesmente não estou a fim (ou não sou uma pessoa normal). Então vou falar sobre...
...O dia em que meu avô comeu um gato
(Me sinto tãããão culpada quando coloco assim. Fica igualzinho à da Liliane Prata)
Minha família tem alguns casos peculiares, como toda família (teoricamente) normal.
Quando eu fui à BH, meu avô contou sobre a vez que ele comeu um gato: ele era amigo de um moço, cuja mulher tinha um gato suuuuuuper chato e bagunceiro: arranhava sofá, misturava o lixo, ficava na rua, etc.
O tal moço (que ou eu não sei ou eu esqueci o nome) descobriu um churrasqueiro (isso, um churrasqueiro!) que mataria e transformaria o pobre gato em, bom, churrasco.
Então meu avô, o moço e mais dois amigos simplesmente "deram" o gato pro tal do churrasqueiro e o comeram, dando a desculpa que o gato tinha fugido.
E, até onde eu entendi, só sentiram remorso quando a dona do gato disse, na frente dos quatro:
- Ai, que saudades do meu gato.
Sério.
E eu adoro gatos.
Nota: Deixar os gatos longe do meu avô.
P.S.: Me toquei que meu avô não se dá bem com animais: torrou um canário e comeu um gato. E, diz ele, comeu carne de gambá. Ai, ai, vô. Só espero que esse caso seja mais uma estória de pescador (não que meu vô pesque, mas vocês entenderam).
P.P.S.: Ok, resumindo meu reveillón: foi normal, eu estava na praia à meia-noite (tudo bem que um cara tentou me abraçar e que eu voltei molhada de champanhe, mas pula isso).
P.P.P.S.: Nossa, isso que eu chamo de resumo.
P.P.P.P.S.: Como vocês viram, ainda não mudei o lay. Mas é provável que eu mude pela semana que vem, juro!