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meio amargo.
Escritora mirim freqüentemente em crise apreciadora de açúcar.
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meio a meio.
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Ontem, a Mary me ligou chateada pq brigou com um dos melhores amigos dela. O motivo: ela não pode emprestar dinheiro pra ele, mesmo tendo uma mesada bem alta. Daí parece que esse amigo apelou e não quis saber e apelou com ela, o que nos leva ao DISCURSO REVOLUCIONÁRIO.
Mary: Se eu fosse uma máquina de dinheiro, eu daria dinheiro pra todo mundo! Biah: Não, não é assim que se fala. Se fala assim: SE EU FOSSE UMA MÁQUINA DE DINHEIRO, EU DOARIA DINHEIRO PRO GOVERNO, PRAS ESCOLAS, PARA OS MENDIGOS, DISTRIBUIRIA PARA OS MEUS AMIGOS, PARA OS COM FOME NO COLÉGIO, SAIRIA JOGANDO PELA RUA, AUMENTARIA O SALÁRIO MÍNIMO PARA R$ 5.000, 00! Só que.... Eu não sou uma máquina de dinheiro.
Esse diálogo não nos levou a nada.
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Bom, esse post é bem rapidinho, eu sei. Mas é que estou na Lan House, falei? Então. Acabei de fazer a prova de Históriaa (super fáciil!) e vim pra cáa ! ~
Beeijo povo.
P.S.: Depois eu conto sobre COMO O MUNDO QUER QUE EU MORRA NO CAMINHO DA LAN HOUSE.
Rabiscado por ~. Biah às 16h50
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